| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Furnariida |
| Superfamília: | Furnarioidea |
| Gray, 1840 | |
| Família: | Scleruridae |
| Swainson, 1827 |
A família reúne poucas espécies semiterrícolas ou que percorrem a serrapilheira esgravatando-as com os pés ou revolvendo-a com o bico à procura de presas. Cantam do fundo dos grotões em sequências nítidas e estranhas. Ocasionalmente, seguem bandos mistos pelo sub-bosque, possivelmente apenas dentro dos limites de seus territórios. Apresentam um modo de vida muito semelhante aos pássaros das famílias Formicariidae e Furnariidae e, assim como estes, seus hábitos e comportamentos são praticamente ignorados. Nidificam em túneis aparentemente escavados por eles próprios (Sclerurus/) em barrancos sujos ou em encostas íngremes entre a serrapilheira do solo ou nos túneis em campos limpos (Geositta). Assustados, pousam em troncos verticais de árvores a pouca altura do solo, assemelhando-se a certos arapaçus, ou afastam-se voando rente ao solo. Nos trabalhos de campo envolvendo a correta caracterização de espécies simpátricas do gênero Sclerurus, a utilização de um bom gravador pode ser um fator decisivo no estudo desses pássaros florestais, de plumagem críptica.